O diretor Joe Johnston (‘Jurassic Park III’, ‘O Lobisomem) falou sobre ‘Capitão América’, seu próximo projeto. Ao contrário do divulgado, o longa não será ambientado na Segunda Guerra Mundial, época em que o herói foi criado.
Johnston revelou que a história se passará nos dias atuais.
“Usaremos como base a história em quadrinhos, mas vai numa direção diferente. Vamos contar a origem, como Steve Rogers se tornou Capitão América”. “Ele não pode voar, não tem visão raio-x, não tem esses super-poderes. É um humano perfeito, mas com defeitos que o afastam da sociedade”.
Will Smith segue como o preferido para o papel. A Marvel não confirmou o ator, mas os rumores continuam fortes e Smith já estaria certo para o papel. Se confirmado, será a primeira vez que um ator negro interpreta um clássico super-herói. O personagem é branco nos quadrinhos. Leia o resto deste artigo »
A editora Marvel divulgou as duas primeiras capas de “Spider-Man #1” e “Super Heroes #1”, quadrinhos da série “Marvel Adventures“. Essa nova série de quadrinhos é voltada para os mais jovens e levam os leitores para as origens dos super-heróis.
Nos quadrinhos do Homem-Aranha veremos o Cabeça de Teia em suas aventuras iniciais. Já o primeiro numero de Super Heroes contará com o grupo Vingadores enfrentando o vilão Magneto.
Não é de hoje que a produção cultural japonesa causa fascínio no Brasil. Ainda assim, o acesso do público brasileiro a filmes, seriados, desenhos animados, livros, história em quadrinhos e música produzidos naquele país e é restrito. A mostra cinematográfica Cool Japan, que começa hoje e vai até 7 de fevereiro no Centro Cultural Banco do Brasil, é prato cheio para os interessados em tirar essa diferença. A seleção dos longas-metragens, a cargo do Departamento Cultural do Consulado do Japão (no Rio de Janeiro), cuja cinemateca forneceu os filmes para a mostra, privilegia obras, no geral, inéditas por aqui de diretores pouco ou nada conhecidos das salas de cinema e mesmo de festivais. Os 17 filmes escolhidos compõem panorama do que de mais representativo foi feito no Japão nas últimas duas décadas — ainda que duas produções datem dos anos 1950.
O sol sempre se põe na terceira rua, de Takashi Yamasaki, por exemplo, conseguiu 2 milhões de espectadores no Japão. A continuação, lançada em 2007 (dois anos depois do primeiro filme), foi indicada a várias categorias do Japan Academy Awards em 2008. Os dois únicos desenhos animados da mostra (A Garota que saltou no tempo, de Hosoda Mamoro; e Férias de verão com Côo, de Keiichi Hara) tiveram ótima resposta de público e crítica e foram premiados no Japão e no exterior. Parece até história de anime, mas Hinokio (2005), de Akiyama Takahiko, é um filme com atores de carne e osso que apresentam um menino com dificuldade de socialização ao ganhar do pai um robô como companhia. Leia o resto deste artigo »
Em uma cerimônia equilibrada, Avatar confirmou seu sucesso também entre os críticos da Academia de Imprensa Estrangeira em Hollywood (Hollywood Foreign Press Association). O épico de James Cameron foi eleito o melhor filme na categoria drama; Cameron foi eleito o melhor diretor.
Jeff Bridges recebeu o prêmio por melhor ator de drama por seu trabalho no filme Coração Louco. Sandra Bullock confirmou seu favoritismo e recebeu o prêmio de melhor atriz dramática por sua atuação em O Lado Cego.
Na categoria Comédia ou Musical os vencedores também foram diversificados. Merryl Streep recebeu o prêmio por sua atuação no filme Julie & Julia (ela também concorria por Simplesmente Complicado), enquanto Robert Downey Jr. ficou com o prêmio de melhor ator por Sherlock Holmes.
Infantil está entre os indicados ao Globo de Ouro, apesar de alguns problemas de produção
EUA, 09. Direção de Spike Jonze. Com Max Records, Pepita Emmerichs, Max Pfeifer, Madeleine Greaves , Joshua Jay, Catherine Keener, Mark Ruffalo, vozes de James Gandolfini, Catherine O´Hara, Paul Dano, Forest Whitaker, Chris Cooper, Michael Berry Jr. Warner . 101min.
Cultuada versão de livro infantil pequeno e curto, de Maurice Sendak, que saiu recentemente no Brasil. Poderíamos discutir a tradução do título, já que os personagens não são exatamente monstros, mas o lado selvagem que todo mundo tem e com quem precisamos aprender a lidar, em particular o protagonista, o menino Max.
O filme só foi feito porque o diretor Spike Jonze tem muito prestígio (é o primeiro trabalho desde Adaptação, de 2002) e teve boas críticas (o filme custou por volta de R$200 milhões e chegou a R$ 150 milhões de renda, ou seja nunca vai se pagar). Leia o resto deste artigo »